Villa Tevere – o amor supera o tempo e a distância

O Villa Tevere tá tanto, mas tanto, no meu coração, que às vezes é até difícil. Eu já era fã nos primórdios do blog, quando achei um cupom de desconto lá no Quero Comer, para o Picadinho. E, senhor Jesus, que picadinho.

Eu poderia comer um balde daquela farofa, daquele arroz e até beber só o molho do picadinho, de tão bom.

É impossível entrar naquela varanda sem se sentir melhor pelo seu dia e pela sua vida. Aquela fonte, aquelas plantas que deixam tudo mais fresquinho. Tomar um rosé por ali é brincar de ser rhyca. Começar um almoço com amigas e sair quase no meio da tarde, é brincar de ser feliz.

O ar toscano, os móveis rústicos e ambiente aconchegante, conquistam noivas que casam por ali, casais que ainda estão se conhecendo, profissionais que conquistam novos e velhos clientes, famílias e azamigas. Tudo dá certo ali.

Mas, divago. Dos risotos ao picadinho, é muito difícil não gostar de algo de lá. Até as escapadas da cozinha italiana para adentrar na brasilidade, como o camarão no abacaxi, o bobó com arroz de coco, que já provei por lá, me encantam.

Outro aspecto muito positivo da casa, é o engajamento com menus sazonais, promoções e festivais que permitem que novos clientes sintam confiança em conhecer a casa com preços chamativos e que velhos clientes renovem suas visitas, com a perfeita desculpa de provar um novo prato e participar de novo festival.

E agora que estou encerrando esta declaração fora de hora, me toquei que faz um tempo que não vou lá. Preciso retificar essa situação imediatamente.

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