Riders Café

Já faz um tempo que eu percebi a péssima blogueira que sou, desde que meu ex me contou, quanto ainda era atual, que havia uma hamburgueria funcionando dentro da loja da Harley Davidson, na Asa Norte, e eu, apesar de surtar com a ideia genial, nunca cheguei a ir lá. Até um dia desses.

Depois de bisbilhotar rapidamente, descobri que o lugar funcionava no almoço. Na primeira tentativa, dei azar. Havia uma reforma na loja e o lugar estava fechado.

Na segunda vez, porém, estava funcionando e finalmente entendi a logística. Na parte de trás da loja, contando com apenas um balcão de atendimento e várias mesas que ficam, praticamente, ao ar livre, funciona o Riders Café.

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Nessa época de calor inacreditável (minha meta é aprender a levitar para dormir sem encostar no colchão, foi a esse ponto que cheguei), a área do Café, apesar de ficar na sombra, não é privilegiada no horário diurno. O ‘bafo’ gerado nessa seca brasiliense se torna inconveniente em qualquer lugar onde não funcione um ar condicionado torado em 17ºC.

Ainda assim, na pressa de um almoço semanal com as crianças, que têm camisetas da Harley, então, estavam empolgadas para conhecer o lugar, foi lá mesmo que ‘acampamos’ para comer.

Uma espiada no cardápio e na mesa ao lado, e fomos de picadinho de filé, com arroz e fritas e meia salada Caeser, para dividir entre as 3.

O prato é enorme. A salada era meia e, ainda assim, gigante, então, de cara, já digo que vale a pena ir em grupo.

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A batata frita tava uma delícia, super crocante, bem sequinha. O picadinho e o arroz, bom, não há tanto mistério nisso. A salada, apesar de farta e gostosa, é, afinal, uma salada caesar das mais comuns. Eu acho que nós comemos bem. Mas, eu fiquei com a impressão de que saiu caro para o que foi oferecido. De verdade mesmo, depois que descobri que o dono era chef e proprietário do Ares do Brasil, fiquei triste. Eu imagino o que deve ser para um cara talentoso fechar seu restaurante autoral e partir para um picadinho, porém, justamente pelo histórico dele esperava só mais um toque de….’tchan’. Um tempero, uma marca autoral que fizesse do picadinho dele a minha escolha em cima de outros. E isso não aconteceu. Com duas águas e um suco de uva de latinha, eu paguei mais de R$80,00 reais, sem sentir aquele gostinho de uma comida especial.

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Ainda vi aspectos positivos, e acho que valerá a pena retornar para conhecer os hambúrgueres e à noite.  Já ouvi muitos elogios. Vou cruzar meus dedos para ter sido só o calor e a matraca das minhas filhas que “mancharam” minha experiência.

Nota do blog: hum…ok. Vamos investigar.

Dica do blog: o picadinho tava legal, mas eu arriscaria algum dos sanduíches gourmet.

Serviço: 510 Norte, BL E, Brasília – DF, Telefone:  2101-0202

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