Casa Valduga: 40 anos e Gallery Wine

A Casa Valduga foi uma das primeiras vinícolas brasileiras a ensinar nosso paladar amador e pouco apreciador de vinhos. Espumantes como o Brut 130 e o Maria Valduga, e tintos como o Storia e o Leopoldina, fazem da casa uma referência quase sem erro no quesito custo-benefício.

Clássico e gastronômico, i.e, pede comida
Caprese com tomates adocicados, amo.

Agora que o Dia dos Namorados está chegando, sempre recebo pedidos de leitores para indicar em qual bebida investir, e, via de regra, aponto para a Casa Valduga.

<3 Mortal!

Além de seu respeitável posicionamento no mercado, fiquei sabendo que a Casa é construída sobre uma história belíssima, verdadeiramente emocionante, pautada por relações familiares, amor ao vinho e vontade de inovar.

St. Peter com molho de amêndoas e alcaparras com arroz cremoso de abóbora. Muito bom!

 

Até hoje, a empresa só expande: contratos e intercâmbios internacionais através da Domno Brasil e da linha Mundvs; a criação de novos produtos, como as geléias da Casa Madeira – que eu adoro de paixão – além das diferentes linhas de vinhos tintos, brancos, late harvest (vinhos para sobremesa) e espumantes, para agradar uma gama super ampla de paladares. Se a Casa Valduga dominar o mundo, será compreensível. 🙂

Filé ao molho de vinho tinto e batatas ao murro. Delícia!

O almoço da Valduga no Brasília Palace Hotel foi onde conheci o .Nero – a quem declaro meu amor, por ser um espumante brut levíssimo, refrescante, e menos gastronômico, o que permite acompanhá-lo apenas com um queijinho, ou pães, e durante um evento inteiro.

Os vinhos foram Leopoldina Grand Reserva, Chardonnay, que eu estou começando a gostar demais, mais que a Sauvignon Blanc. Excelente vinho, impactante e nada enjoativo; Storia Merlot, forte, profundo, caiu perfeitamente com a carne; Reserva Moscatel, para acompanhar a sobremesa, bem adocicado, mas ainda leve.

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Surpreendente!

O almoço, que teve pratos clássicos perfeitamente harmonizados, e uma sobremesa surpreendente, também lindamente casada com o vinho late harvest, foi seguido pelo 1º.  Valduga Gallery Wines, que recebeu críticos, jornalistas, blogueiros, Chefs, proprietários de restaurantes e parceiros para uma degustação que se dividiu em oito ilhas repletas de vinhos da Casa e do mundo.

Não tem erro com nenhum, mas fico no .Nero, Leopoldina e Storia!

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Rótulos premiados!

Gente phyna, bonita e elegante batendo papo e conhecendo a cartela cada vez mais ampla de produtos da Casa Valduga. A Anna Cláudia passou por lá e deixou suas impressões aqui.

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E mais rótulos!

No mais, só posso dizer que é muito bom ver uma empresa brasileira que tenha sua bela história refletida nos seus produtos, através de carinho, dedicação e cuidado. Parabéns à Casa Valduga!

 

 

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