Bloco C – pode ser hype, mas funciona

Antes do meu texto sobre o Bloco C desaparecer, muita gente comentou não achar o restô lá grandes coisas. Mas eu fui lá algumas vezes antes de escrever qualquer coisa, então, tenho que insistir que pode até ter cara de marketing, de hype, de modinha, mas que o lugar funciona, funciona.

Eu já fui lá sozinha, com grupo de mais de 5 amigas e com grupos de até 3. Sempre deu certo. O atendimento, de cara, faz a gente amolecer, porque o atendimento em Bsb consegue ser muito ruim, desses que parece que a gente tá comendo de graça. Então, entrar num lugar onde todos são solícitos, para mim, conta muitos pontos.

Diferentes pratos, diferentes ocasiões, e eu tive dois problemas: uma vez a carne não estava exatamente no ponto que pedi, e não adorei um prato executivo (antigo, nem tá mais no cardápio). Só. De resto, tudo gostoso, tudo bem farto, tudo bem clássico com um toque novo.

Algumas bases essenciais do Chef Petrarca nos dão aquela segurança, tipo, o cardápio pode mudar, mas excelentes risotos, massas e o espetacular churros de banana vão estar sempre ali. Apostas sem erro.

Agora, a casa tem um primo notívago, o Inverso, que quero muito conhecer só por ser 24 horas. Lá tem o risoto de grana padano e filé com molho de rapadura, e seria muito incrível colocar um alarme, acordar, e comer isso às 2 da manhã.


Amei demais esse risoto!

Por fim, eu acho que o histórico do Chef é bem marcante. Suas passagens pelo Grand Cru e Gazebo já prometiam que ele merecia uma casa própria. Missão dada, missão cumprida. Comida e atendimento de respeito, seja hype ou não.

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