Rolé da crítica: Bagles, Filé e Soho

Bagles n’ a cup

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Fechou um minuto depois da minha última visita. Fico puta. Tem gente que não gosta, ok, mas eu achava o lugar uma graça e comi muito bem por lá. Comidinha no melhor nível “vamos tomar um café da manhã diferente hoje”.

Agora, aceitam encomendas, pedidas por whatsapp. Detalhes:

https://www.facebook.com/Bagelsnacup/

Ki-Filé

DSC_0320Não me batam, por favor. Sei que é uma casa super tradicional, que tem fregueses queridos há tempos, e que tem comida boa. É só que, na minha primeira e única visita até hoje (sim, tô atrasada), saiu tudo errado. Com exceção da heinenken 600 ml gelada, o que conta pontos para o retorno.

O molho do parmegiana tinha tanta cebola picada que eu, que amo cebola, fiquei agoniada. Não é um ingrediente da receita original e é um detalhe que precisa ser avisado para o cliente. Ninguém pede parmegiana para comer um monte de cebola.

O Oswaldo Aranha, que é um clássico, veio com aquele alho seco, picado, comprado como tempero. Putz, que decepção. Aquilo já é meio frito, então esturrica rápido na frigideira. A carne estava perfeita pra mim, mas muitas outras pessoas achariam o ponto muito baixo para um “ao ponto” (tipo, o meio tava cruzão).

Enfim, dei muito azar. Atendimento super atencioso e casa lotada, mas preciso voltar para comer direito.

Serviço: CLN 405A 55 – Asa Norte, Brasília – DF Telefone: (61) 3274-6363

Soho

DSC_0272A casa é hype até hoje. Tem clientes fiéis, transmite rhyqueza e requintchy, mas na última visita a comida estava blá, e o atendimento bem sofrível. Aliás, achei o número de garçons realmente baixo demais para a capacidade da casa, então, pode ser que tenha havido alguma falta não planejada.

De qualquer maneira, para o preço dos pratos achei tudo bem “mais do mesmo”, com exceção do edamame, que é o grão de soja verde e parece a ervilha torta, que veio muito duro (não sei se pela falta de cozimento ou se a qualidade do produto) e com aqueles “fios” da lateral para a gente ficar tirando. Acabou com minha teoria de que qualquer coisa fica boa com flor de sal.

Serviço: Ql 10 1/30 (Pontão) – Lago Sul, Brasília – DF, 71630-100 Telefone: (61) 3364-0580

Aprender é sempre bom – Oficina Gourmet

Ouvi muitos elogios e algumas aulas parecem MUITO interessantes!!

Oficina Gourmet do Taguatinga Shopping: programação de 20 a 30 de julho

 

Benoît Rataboul - Copia Carol Bernardes CLAUDE CAPDEVILLE_Toca do Chopp_Rafael_Lobo-Zoltar_Design Diego Koppe_2

Atrações diferenciadas compõem a agenda da segunda quinzena do mês. O espaço fixo do centro de compras tornou-se referência na cidade em cursos de gastronomia, apresentando sempre novas aulas e temas diversos com os chefs mais renomados da capital

 Os apaixonados por gastronomia podem comemorar: a segunda quinzena de julho está recheada de cursos na Oficina Gourmet do Taguatinga Shopping. Com opções que atendem os mais variados gostos, o ciclo de aulas retorna com a chef Carol Bernardes em duas aulas surpreendentes e com receitas saudáveis: A Mágica da Jaca e Sabores Indianos Veganos. Em Petiscos de Boteco, o chef Claude Capdeville ensinará receitinhas tradicionais de diversas regiões do Brasil. A aula Comida x Delivery, ministrada por Diego Koppe, traz quatro receitas que chegam à mesa em, no máximo, 30 minutos. Para finalizar o mês, acontecerá a primeira aula do Mini-curso de Panificação, com o chef Benoît Rataboul. Neste primeiro encontro, os alunos descobrirão o prazer de colocar, literalmente, a mão na massa, enquanto ele explicará os passos essenciais para se fazer um delicioso pão caseiro.

Observação: Programação sujeita a alterações. As aulas somente serão realizadas mediante quórum mínimo de alunos.

20 de julho – A mágica da jaca

Horário da aula: 20h às 23h

Valor R$ 120

 Fruta que, geralmente, é alvo de certo preconceito, por causa de seu aroma forte e sua viscosidade, a jaca tem um papel inovador na culinária vegana. Quando cozida ainda verde, adquire textura parecida com a do frango e sabor neutro, possibilitando várias adaptações. Nessa aula, a chef Carol Bernardes vai ensinar a preparar a jaca e como usá-la para substituir a proteína animal em pratos veganos.

 Os participantes irão aprender a preparar:

- Escondidinho de jaca

- Coxinha de jaca

- Salpicão de jaca com maionese de batata

 Link para inscrição: https://oficinagourmet.taguatingashopping.com.br/oficinas/a-magica-da-jaca/

 22 de julho – Petiscos de boteco

Horário da aula: 20h às 23h

Valor R$ 120

 Nesta descontraída aula de petiscos de boteco, o chef Claude Capdeville apresenta receitinhas tradicionais de botecos de diversas regiões do Brasil, cheias de sabor e aroma, e harmonizadas com cervejas especiais, causos e histórias típicas de mesas de bar.

 Os participantes irão aprender a preparar:

- Jiló recheado com pancetta e cream cheese (Minas Gerais)

- Bolinho de arroz com mortadela (Goiás)

- Carta Fechada de Tomáz Antônio Gonzaga (Distrito Federal)

Massa de pastel recheada com linguiça, queijo e couve, servida com geleia de pimenta. Petisco criado pelo chef Claude Capdeville para o Festival Internacional de Cultura e Gastronomia de Tiradentes – MG, em homenagem aos mineiros.

 - Carpaccio de rosbife com mostarda de Dijon (Rio de Janeiro)

Finas fatias de rosbife de filé-mignon, cobertas com molho de mostarda Dijon e queijo parmesão.

 - Moraezinho (São Paulo)

Filé-mignon coberto de alho dourado no azeite, acompanhado de agrião e fatias de pão. Versão do famoso e tradicional prato paulistano Filé à Moraes à moda de boteco, para a petiscar.

Link para inscrição:  https://oficinagourmet.taguatingashopping.com.br/oficinas/petiscos-de-boteco/

 25 de julho – Cozinha x Delivery

Horário da aula: 20h às 23h

Valor R$ 120

 Bateu fome e não tem nada pronto? Não precisa pedir delivery nem comer comida congelada. O chef Diego Koppe selecionou quatro receitas que chegam à mesa em, no máximo, 30 minutos. A única coisa proibida aqui é comer mal.

 Os participantes irão aprender a preparar:

- Frango xadrez com arroz colorido

- Pizza rápida

- Hambúrguer caseiro

- Asinha de frango no pote

 Link para inscrição: https://oficinagourmet.taguatingashopping.com.br/oficinas/cozinha-x-delivery/

 29 de julho – Sabores indianos veganos

Horário da aula: 20h às 23h

Valor R$ 140

 Engana-se quem acha que a cozinha vegana é restritiva. Nesta aula, a chef Carol Bernardes prova que é possível criar um verdadeiro banquete indiano, sem qualquer proteína animal.

 Os participantes irão aprender a preparar:

- Chapati (pão indiano)

- Chutney de manga

- Curry de legumes

- Dhal de ervilha

- Palak paneer (creme de espinafre)

- Arroz indiano

- Chai com leite de aveia

- Lassi de uva com água de rosas

 Link para inscrição:  https://oficinagourmet.taguatingashopping.com.br/oficinas/sabores-indianos-veganos/

30 de julho – Faça pão em casa: dicas do chef

Horário da aula: 15h às 18h

Valor R$ 120

 O chef boulanger Benoît Rataboul elaborou, especialmente para a Oficina Gourmet, um mini-curso de panificação com quatro aulas que abordarão métodos, características de ingredientes, princípios básicos da fermentação natural e diferentes receitas de pães. Neste primeiro encontro, os alunos descobrirão o prazer de colocar, literalmente, a mão na massa, enquanto ele explicará os passos essenciais para se fazer um pão caseiro.

 Link para inscrição:  https://oficinagourmet.taguatingashopping.com.br/oficinas/faca-seu-pao-em-casa-dicas-do-chef/

SERVIÇO:

Oficina Gourmet

Local: 4º Piso, Taguatinga Shopping

Valores: os cursos variam entre R$ 80 e R$ 180

Pagamento: Cartões de crédito ou débito

Informações: 3451-6030

Site: oficinagourmet.taguatingashopping.com.br

 Serviço do Taguatinga Shopping

Site: www.taguatingashopping.com.br

Twitter: @Taguashopping

Informações: 3451-6000

Mercadito – por Maria Jéssica

Introdução: A Maria Jéssica eu conheci porque ela ganhou um sorteio em outro blog e foi almoçar com as minhas bffs bloggers Cauca e Kaká. Viramos amigas. E agora, ela faz sua contribuição ao Melhor e Pior. ;-)

Confesso que enrolei para escrever esse texto, não por falta de vontade, mas por um certo receio de não fazer jus ao meu tão querido MPBSB.

Há uns 40 dias, fui na inauguração do Mercadito. Trata-se de um bar e restaurante na CLS 202, bloco B.
É composto por três ambientes:  salão térreo onde é possível ver os barmen trabalhando, área externa protegida com vegetação e um mezanino com boas mesas para grupos de amigos.

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A carta de drinks é assinada pelo bartender Rinaldo Honorato, selecionado entre os 10 melhores do Brasil pelo campeonato Grand Marnier e voltada especialmente para drinks com gim. Mas confesso que o que me encantou foi uma caipirinha de abacaxi com licor 43: seeeensacional! Utilizar o licor 43 em uma caipirinha era algo inédito pra mim e achei que ficou excelente. Bem gelado e do tipo que você não sente que tá bebendo (chega a ser perigoso, hehehe).

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Por se tratar de uma noite de inauguração para a impressa, degustamos as comidas, mas no formato finger food. Não terei como falar sobre porções/preço, mas apenas de sabor. E em primeiríssimo lugar para mim foi o camarão com manga da foto abaixo. Que coisa deliciosa! Camarão empanado perfeitamente, mas o que quase me fez perder a compostura foi o molho que acompanhava: hiper aveludado, um sabor marcante, uma pimentinha boa, mas sem ser enjoativo. Queria muito ter lambido o copinho!

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Provamos alguns outros pratos, mas decidi mostrar apenas os que conseguiram destacar o talento do chef Beto Ribeiro, responsável pela cozinha no Mercadito. Pratos como lula ao vinagrete e fish and fries estavam apenas OK na data da visita. O serviço estava lento, mas acho super compreensível, pois era a primeira noite de funcionamento da casa.

Essa sobremesa não é nenhum pouco fotogênica, mas estava deliciosa e não poderia deixar de comentar. Trata-se de um churros de biscoito oreo. Super gostoso! Veio quentinho, macio, mas com uma casquinha crocante e um doce de leite matador!

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Além de bar/baladinha pelas noites de Brasília, o Mercadito também será mais uma opção de almoço para a cidade. Trabalhará com cardápio à La Carte e também com sistema de self service. Fui almoçar por lá em um segunda feira, quase um mês depois da abertura e já vi um serviço bem mais ordenado. Fui almoçar era 12:05, umas das primeiras pessoas a entrar no restaurante, logo estava tudo bem arrumadinho no buffet.

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Ao lado da entrada já se tem os pratos e a parte das saladas com várias folhas, molhos e complementos. Eles dispõem de um funcionário para cortar e misturar todos os ingredientes que você escolheu. Adoro isso! Misturar deixa qualquer salada muito mais gostosa. Ao lado tem também uma churrasqueira onde tinha opções como fraldinha, frango com bacon, linguiça, cebola assada. E com um atendente hiper solicito! Infelizmente não tirei foto da parte da churrasqueira.

Eles tem espaço para 20 opções quentes. Gostei de ver plaquinhas informando do que se tratava cada prato, pois é muito chato você ter que adivinhar. Contava com de carne ao molho, peixe frito e assado, batata frita normal e chips, omelete e legumes assados. Desculpe pelas fotos ruins, mas é que tive vergonha de tira-las e fui o mais rápida que pude.

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Logo após servir o prato já é possível escolher a bebida, a sobremesa e pesar a refeição. Pode escolher um suco e já pedi lá mesmo que um garçom levará na sua mesa.

Quanto à comida: gostei bastante de tudo que provei. Comida muito bem feita, tempero presente, mas sem ser exagerado, compatível com um restaurante que servirá um público diversificado e frequente. Notei um cuidado especial na elaboração de pratos para alimentação saudável e para vegetarianos. Não eram só verduras cortadas e jogadas sabe? Tinha sabor e beleza! As carnes do churrasco estavam bem preparadas e achei um bom diferencial ter a churrasqueira, comparando com outros restaurantes próximos.

Em breve, pretendo voltar para uma visita real na noite. A inauguração mostrou uma excelente estrutura e a possibilidade de uma boa culinária! Agora é testar a consolidação do público frequentador    , se o serviço estará mais entrosado e a cozinha conseguirá manter-se constante. Boa Sorte, Mercadito! Espero que tenha vindo pra ficar.  :D

 

Nakombi

É muito frustrante ter a sensação de que tudo relacionado à gastronomia na cidade está fadado à queda de qualidade depois de um tempo.

Em alguns casos, a diferença é gritante entre o desempenho dos primeiros passos da casa, que está tentando angariar clientela, e os passos seguintes em que parece que tamanha é a confiança no próprio sucesso que se deixa de cuidar do produto, do atendimento, etc.

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No caso do Nakombi, porém, a mudança foi sutil. Ainda considero um bom lugar para comer um sushi do tipo californiano. Foi lá que recuperei o gosto e aceitação por invencionices, tipo, sushi com doritos, couve e acelga. Isso porque o tempero da casa sempre foi sutil, sem o exagero de sal que me dá a sensação de que saí do restaurante desidratada. Cada ingrediente mantinha seu gosto real, sem litros de teriyaki e shoyo, e  a proporção dos sushis valorizava o recheio e não o arroz.

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Nas duas últimas visitas senti a diferença. Aquele sushi maior, mais cheio de arroz, para encher o cliente do rodízio (R$64,90 – R$79,90) mais rapidamente. Menos concentração de sabores reais, mais acréscimo desnecessário de sal, e aquela sensação final de “era aqui mesmo que eu amava vir comer??”.

Eu não posso julgar as medidas que uma casa pode se ver forçada a tomar quando o assunto é manter o padrão ou mesmo sobreviver em meio a um mundo de “passo o ponto” e “aluga-se”, além de inúmeras franquias padronizadas de comida.

Mas, confesso, é triste ver a minha vontade de comer num lugar desaparecendo a cada nova visita. Eu espero que tenha sido puro azar, dois dias de lapso.

No geral, ainda é um local bacana. Não diria para evitar a qualquer custo, não.

NOTA DO BLOG: Hum, ok.

Dica do Blog: rodízio com padrão bacana. Vale a pena arriscar os sushis californianos, como o de couve e o de acelga.

Serviço: CLS 404, bloco B, loja 35. Telefone: (61) 3264-6888

Madero – pela perspectiva de uma vegetariana. Por Sushi.

Eu, uma blogueira muito vanguardista e democrática, decidi que, se eu não posso ficar atendendo a convites para inaugurações e lançamentos de produtos, não preciso desperdiçar a oportunidade por completo, certo?

Assim, estou montando um pequeno time de amigos e leitores, todos apaixonados por comida como eu, para escreverem suas impressões e manterem isso aqui movimentado, apesar do meu tempo estar sendo consumido por trabalho, filhas e velhice.

Enfim. Como subversão pouca é bobagem, mandei ao Madero uma amiga vegetariana. Rá. Leia sobre as impressões dela aqui:

O Madero é um lugar que se orgulha, e muito, do seu sanduíche.  Não é à toa que dizem ter o “melhor hambúrguer do mundo”, com pão produzido na casa e diferentes tipos de hambúrgueres, incluindo uma opção vegetariana.

O espaço do Pátio Brasil é amplo e aconchegante, com mesas confortáveis e iluminação na medida.

As entradas que estavam sendo servidas eram a famosa coxinha e o pastelzinho de carne, que, por ser vegetariana, eu não provei, mas sobre os quais ouvi elogios.

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Pra mim veio de entrada nada mais nada menos que o maravilhoso palmito assado (R$39,00), que eu amei.

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Como adepta, fiquei muito feliz por ver boas opções vegetarianas no cardápio, inclusive o hambúrguer, o que é relativamente raro.

Pedi o Cheeseburger Vegetariano, que faz parte das opções Fit da casa. Ele era feito com quinoa, aveia, cenoura e temperos, no pão feito na casa e montado com creme de palmito, cheddar low sódio, alface, tomate e cebola assada.

O pão é crocante e o hambúrguer tinha consistência boa (eu odeio quando eles são molengas). Eu acabei pedindo maionese extra, porque, né, eu adoro maionese. Ele foi servido com uma salada de alface e tomate, uma grande decepção pra quem ama batata frita como eu, porém faz o maior sentido, uma vez que esse sanduíche é vendido como Fit.

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Provei a sobremesa que era o sorvete de baunilha, receita do chef Junior Dursk, acompanhado de calda de frutas vermelhas, doce na medida e muito saboroso.

Nunca havia ido no Madero por achar que me faltariam opções para comer bem. Fico feliz de ter ido e conhecido finalmente o restaurante.

 

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