Moscow Mule, o drink do momento, no Oliver/CRU. Por Jamile Guerra

A Jamile é leitora do blog e esposa do meu amigo Bruno e quando eu finalmente a conheci, fiquei louca com o tanto que nos demos bem. Assim, eu já aproveitei o encontro para pedir que ela fosse em nome do blog conhecer o drink mais badalado do momento: o Moscow Mule.

Eu provei o drink em outra ocasião, quando fui almoçar Porco no Rolete lá no Oliver, e, realmente, a bebida é perfeita para Brasília. Não é enjoativa, é refrescante e é alcoólica, porque, né. Algumas pessoas precisam de álcool para viver.

Enfim, a impressão dela foi bem bacana e eu adorei o fato de que ela, como eu, não estava atenta para nomes famosos da gastronomia da cidade, passando por algumas gafes engraçadas! ;-)

Moscow Mule

Por Jamile Guerra

Quem vê aquela inocente canequinha de cobre nem imagina o que ela traz em si. O Moscow Mule é uma bebida que surpreende do início ao fim, seja pela apresentação ou pela proeza de oferecer, ao mesmo tempo, doçura e acidez.

Um clássico dos anos 50, foi responsável pela popularização da vodca nos Estados Unidos. A versão original leva também Ginger Beer e limão. Em Brasília, ganhou uma releitura charmosa no Restaurante Oliver, trazendo em sua composição gengibre e espuma de limão.

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O drink passou a compor a carta da casa e foi merecidamente festejado. Em São Paulo e no Rio de Janeiro já virou um “queridinho”, promete alcançar o mesmo status no Planalto Central.

A espuma de limão dá uma textura macia à bebida, quase um carinho no céu da boca. Outra coisa interessante é que o gengibre vai se incorporando cada vez mais ao drink, o que significa que se você beber bem devagar vai perceber a sutileza da mudança de gosto.

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Aliás, se eu pudesse dar um conselho àqueles que quiserem conhecer o Moscow Mule do Oliver, diria: vá com calma. Bem, primeiro por ser uma dessas bebidas que enganam a gente. Às vezes, você até esquece que tem álcool – muito embora o teor alcoólico do drink varie de 35% a 60% – e é justamente aí que mora o perigo (quem nunca?). Depois porque é uma delícia sentir o tempo agir na bebida.

Cada caneca sai por R$24,00 R$28,00 e vale o investimento. Aproveite para provar as comidinhas do Oliver e também do Cru, que é anexo ao Restaurante. Eu caí de amores pela Casquinha de Linguiça com Ovo Pochê (R$18,00). Um escândalo de gostosa.

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PS: A foto da casquinha ficou muito escura, então, usamos uma foto de divulgação do site www.peixeurbano.com.br

La Panière

Se tem um comércio do qual Brasília anda muito bem servida, é a padaria. Boulangerie, Boutique de Pão, Pain blablá ou delícia artesanal, enfim, não interessa que tipo de gourmetização e francezação rola no nome, pois a verdade é que há muitos produtos maravilhosos para nos servir e engordar.

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Os pães e croissants e doces desses locais têm angariado muitos clientes fiéis – euzinha incluída – e tá cada vez mais difícil pensar em um café da manhã de fim de semana com o velho pão francês (que SEMPRE terá seu lugar, principalmente, quentinho e com manteiga).

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A La Panière é uma das que acho mais fofas, com um cuidado enorme na fermentação natural e produtos saborosos.

O problema é só o espaço que é bem reduzido, sem mesas externas, então, vale a pena comprar e vazar, ou escolher um horário mais vazio. Os preços seguem a linha da La Boulangerie e as outras padarias phynas.

Nota: Hum…gostei.

Dica: tartalete de limão, croissant e pain au chocolat

Serviço: 211 Bloco A BL A , Telefone: (61) 3245-6280.  Horário: Aberto hoje 07:00 – 20:00

 

Maria Cozinha – dica para quem tem restrições

Apesar da moda fitness mais atual propor a exclusão de glúten e lactose sem uma indicação médica, para muitas pessoas essas restrições alimentares são uma imposição. Não consigo imaginar minha vida com doença celíaca ou intolerância à lactose (apesar de ter que “frear” certos abusos de produtos com leite de vez em quando).

Por isso é muito bom saber que Brasília tem cada vez mais opções que fazem com que as pessoas com restrição de dieta possam curtir e saborear um produto com cara de gastronomia e não de comida de hospital.

Assim, o Maria Cozinha, que inaugurou na 412/413 Norte, é uma boa opção. Com encomendas recebidas pela manhã e entregas feitas à tarde, a casa garante quitutes como mini pizzas, coxinhas e doces sem glúten e lactose.

Quiosques CNB – por Maria Jéssica

Berlim Fries

Três tipos de batatas fritas.
Temperos à vontade.
Variedade de molhos.
Precinho abaixo de 10 reais.

Já te convenci? Hehehe

Batata 2

 

 

 

A Berlim Fries é um quiosque no térreo do shopping Conjunto Nacional. Com uma ideia muito boa e também muito bem executada. Você escolhe entre um dos tipos de batatas (tradicional, canoa ou rústica) que são fritas na hora e que poderá temperar a vontade com pimenta chilli, parmesão, chimichuri, lemom pepper, páprica, Berlim, sal e pimenta do reino. O negócio é muuuuito delicioso. E vem em um cone bem prático de carregar. Recomendadíssimo!

O quiosque fica na área central do térreo do shopping (um nível acima da garagem), próximo à lotérica/loja da claro/casas Bahia.

ICE CREAMY

Sorvete 1

Outra ideia bem diferente no Shopping Conjunto Nacional: sorvete na pedra!
O cliente escolhe um sabor da massa de sorvete e tem direito a quatro complementos (morangos frescos, castanhas, nutella, confete, leite ninho, pedacinhos de brownie, calda de frutas vermelhas, granola, casquinha de sorvete quebrada e muitos outros). Tudo isso é misturado ali na sua frente virando uma gororoba estranha, mas deliciosa! Hehehehe

 Sorvete 2

O pote médio custou 13 reais, se eu não me engano. O sorvete não é dos melhores, mas é divertido pela experiência e empolgante para crianças (ou adultos imaturos como eu hehehehe). O quiosque fica no primeiro andar do shopping, próximo à Adidas e outros quiosques de comida.

Sorvete 3

Rolé da crítica: Bagles, Filé e Soho

Bagles n’ a cup

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Fechou um minuto depois da minha última visita. Fico puta. Tem gente que não gosta, ok, mas eu achava o lugar uma graça e comi muito bem por lá. Comidinha no melhor nível “vamos tomar um café da manhã diferente hoje”.

Agora, aceitam encomendas, pedidas por whatsapp. Detalhes:

https://www.facebook.com/Bagelsnacup/

Ki-Filé

DSC_0320Não me batam, por favor. Sei que é uma casa super tradicional, que tem fregueses queridos há tempos, e que tem comida boa. É só que, na minha primeira e única visita até hoje (sim, tô atrasada), saiu tudo errado. Com exceção da heinenken 600 ml gelada, o que conta pontos para o retorno.

O molho do parmegiana tinha tanta cebola picada que eu, que amo cebola, fiquei agoniada. Não é um ingrediente da receita original e é um detalhe que precisa ser avisado para o cliente. Ninguém pede parmegiana para comer um monte de cebola.

O Oswaldo Aranha, que é um clássico, veio com aquele alho seco, picado, comprado como tempero. Putz, que decepção. Aquilo já é meio frito, então esturrica rápido na frigideira. A carne estava perfeita pra mim, mas muitas outras pessoas achariam o ponto muito baixo para um “ao ponto” (tipo, o meio tava cruzão).

Enfim, dei muito azar. Atendimento super atencioso e casa lotada, mas preciso voltar para comer direito.

Serviço: CLN 405A 55 – Asa Norte, Brasília – DF Telefone: (61) 3274-6363

Soho

DSC_0272A casa é hype até hoje. Tem clientes fiéis, transmite rhyqueza e requintchy, mas na última visita a comida estava blá, e o atendimento bem sofrível. Aliás, achei o número de garçons realmente baixo demais para a capacidade da casa, então, pode ser que tenha havido alguma falta não planejada.

De qualquer maneira, para o preço dos pratos achei tudo bem “mais do mesmo”, com exceção do edamame, que é o grão de soja verde e parece a ervilha torta, que veio muito duro (não sei se pela falta de cozimento ou se a qualidade do produto) e com aqueles “fios” da lateral para a gente ficar tirando. Acabou com minha teoria de que qualquer coisa fica boa com flor de sal.

Serviço: Ql 10 1/30 (Pontão) – Lago Sul, Brasília – DF, 71630-100 Telefone: (61) 3364-0580

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